Monday, November 14, 2005

...

Eu preciso ouvir Mr Bigo

Mas não descubro onde está o meu Lean Into It

Ouvir outro cd do Senhor Grande doesn't feel the same

Por que a carência nos deixa necessitados por Mr Big?

Ou por um pouquinho de Sleeping in the Fire, for all that matters...

acho que a Fer entende o que eu quero dizer...

ou não...

E é foda, porque tás carente e tu ainda se força a ouvir uma farofa braba. É o efeito bola-de-neve, e só vai piorando. Saudade+farofa... saudade+farofa+cerveja... saudade+farofa+cerveja+sorvete... choradeiro total. Sucks like hell.

Saudade é uma bosta.

E a 3 semanas da minha viagem, eu já estou surtando (na real faz tempo que eu tô surtando, ma agora que baixou o dimonho mesmo).

O negócio é se exercitar com ataques de ansiedade.

Ou não.

Até porque isso inclui muita glicose.

Screw it.

Quero bater em alguém

;*

Friday, November 04, 2005

FODIDA E PAGANTE!

De fato, antes fodida e mal-paga do que levar na bunda e ainda ter que pagar.

É, é Brasil. Nessas horas o anti-patriotismo aflora dentro de mim.

Como de costume, tudo funfa de qualquer jeito. Oficinas passam a perna, garantias são enfeite, serviços super mal prestados (a Brasil Telecom que o diga!), propaganda enganosa e o cacete a quatro. Tudo muito caro, e tudo muito nas coxas, obrigada!

É a internet que é paga sem ter sido instalada, as contas telefônicas bizonhas, o típico migué.
E ainda somos miguezados em serviços menos usuais :/

Esse ano, resolvi fazer parte do programa Work Experience USA, que é organizado pela agência de Turismo/Intercâmbio INTERCULTURAL. Lembrem-se deste nome.

Para falar a verdade, eu não faço a mínima idéia de como as outras agências funcionam, e francamente, eu tenho medo - já que a intercultural tem uma tradição fodida e ainda assim funfa que nem a cara deles, então imagina o resto - e prefiro não descobrir. Agência muito bonitinha, atendimento bem direcionado, taxas altas (o que teoricamente indicaria um bom agenciamento) e tudo. Mas nada dá certo!

Começando pelo fato de que cada visita à agência você é atendido por uma pessoa diferente, ou seja, nós somos forçados a falar o que estamos fazendo over and over again. Tudo é feito em cima da hora, como o agendamento das datas da viagem, a entrega do visto (que de dois a quatro dias úteis já foi passado para dez, e ainda contando!), que a propósito, nos fez passar OITO horas na fila do consulado, seguida de uma viagem de ônibus de volta para Floripa pra lá de tumultuosa, e avisos atrasados. Avisos a respeito de datas de reuniões OBRIGATÓRIAS. O que é muito legal, considerando-se que as pessoas realmente não têm mais o que fazer do que esperar atentamente os emails sobre coisas que deveremos fazer RIGHT AWAY.

Geralmente pagar caro não é sinônimo de serviço nordestino...

Além do grande problema com tempo, ainda temos que aturar informações errôneas, discordância entre os agentes, entre outras merdas que já me broxaram por completo. Não fosse pelo fato de eu estar indo para um lugar muito lindinho e deveras frio, já teria dado um jeito de ganhar o dinheiro de volta (aliás, nothing is refundable... pagou, não deu certo? se fode filho!).

E eles ainda são ótimos em maquiar o preço.

Por exemplo, não nos informam, A PRINCÍPIO, sobre a viagem a São Paulo para tirar o visto, que totalizou 600 reais, nem sobre os 200 dólares extras se o seu emprego for fruto da Job Fair, e ainda possuem uma taxa própria de câmbio, que obviamente excede a taxa de câmbio normal.

Sem contar as diversas reuniõezinhas, avisadas de qualquer forma, a qualquer hora, and are MANDATORY! Hurray!

Sinceramente...

podem ter os melhores empregadores (ou não, não pesquisei sobre o Work Experience em outras agências).

Mas puta que o pariu.

Respeito pelo cliente... ZERO.

Que tenham certeza que não farei propaganda positiva. Decepção enorme.

Isso porque não quero entrar em detalhes sobre a ida ao consulado, nem sobre a embromação bizarra que é participar desse programa.

Credo.

Thursday, October 06, 2005

Para despertar o macho que há em você... ou não!

Com a advenção da TV a cabo, hoje em dia temos a oportunidade de degustar dos mais variados topos de programas possíveis, sendo esses elaborados (ou comprados) por canais cada dia mais específicos. Como exemplares, podemos citar a querida Sony Entertainment Television, que nos oferece grandes seriados como Desperate Housewives e merdas astronômicas , como Dawson's a Geek; a MTV, apesar de hoje em dia estar tão relacionada à música quanto o programa da Martha Stewart está relacionado à pornografia, tinha como proposta inicial ser um canal para programas "musicais"; isso sem mencionar o Animal Planet (ainda fiel à sua proposta inicial), Polishop (que tira toda a graça de sair para comprar, mas tudo bem), entre outros.
Mas isso é completamente beyond the point quando o assunto é FX, "o canal para homens". Na verdade, não se trata de um canal para homens como realmente é um canal para punheteiros de plantão (o maybe iria gostar muito!), com gosto completamente questionável, diga-se de passagem. No novo canal #66 da TVA, o programa Baywatch foi ressucitado, podemos ver Luta Livre de Mulheres Nuas apresentado por ninguém menos que a Carmen Electra, e uma espécie de Big Brother com atrizes pornô e meliantes com pouca vida social. Além disso, há alguma coisa de programação esportiva, como jogos de NBA ao vivo, X-Games, e claro, o ultimato em grosseria, Ultimate Fighter. Nesse último, vários lutadores dos mais diversos estilos assumem um treinamento pesado para lutarem por um contrato de 3 anos co alguma federação de luta (que acredito NÃO ser a WWF). Leve-se em consideração que treinamento pesado é algo tipo "Pai Mei" e que os concorrentes são orelha-seca até o osso. No quesito "aleatório", temos o seriado anos 60 do Batman, X-Files, e filmes, aparentemente também selecionados para o público masculino.
Depois de dar umas bandas pelo canal, cheguei a uma conclusão: eu sou homem. Afinal, achei a programação do canal super bacaninha (tirando as pornografias a Feira da Fruta, é claro). Até porque, quem não gosta de Baywatch? Não pelos seios pulando, mas pelo roteiro que foi repetido em todos os capítulos, durante quase uma década, incansavelmente, interpretado por atores de primeira e com efeitos especiais que fariam "Matrix" parecer uma fase do Alex Kid in Miracle World. Baywatch é um fenômeno, não um seriado tosco. É tão ruim que chega a ser bom, seja para homens OU mulheres. Tanto quando a escolha de filme para o começo dessa semana, "Top Gang". Sim, o Charlie Sheen é um canastra, e os canastras-wannabes se identificam com ele. Não obstante, creio que mulheres também se agradam com um filme deste calão.
Pensando um pouco além, me dei conta que X-Files é um programa completamente "chick-flic". O romance-policial (ou até onde investigar aliens possa ser rotulado) é muito mais apelador ao público feminino do que o pano de fundo (seres extra-terrenos). É aquela porra daquele vai-ou-não-vai entre os dois protagonistas, que mais parece uma novela mexicana do que um seriado de ficção. Além disso, seriados como Ultimate Fighter são, ainda que não-intencionalmente, para o público feminino também. Usema imaginação, senão o meu J vai achar que eu assisto ao seriado pra ver homem malhado e ter a idéia errada. Nesse ponto, yes, I'm machão ;( (não curto sunguinhas).
Não negarei que muito do conteúdo é sim, coisa de "macho". Daqueles que moram em traillers, têm uma puta pança de cerveja ruim e cheiram mal. Não é feminismo, porque de feminista eu não tenho NADA, mas eu realmente acho degradante mulheres lutando nuas, assim como luta de lama, achar o sabão na banheira, entre outras coisas que levam o nada ao lugar algum. (o que houve com a simples luta livre de mulheres que passava no SBT durante a minha infância?). No entanto, quanto mais assisto a esse canal, mais me convenço que 1) ou eu nasci no corpo errado ou 2) eles erraram bastante no nome do canal. Fato perturbador, de fato, é saber que meus irmãos estão sendo entretidos pela programação do canal. O que leva a outra questão: seriam meus irmãos homens comuns ou eles estão tão mulherzinhas quanto eu?

Nossa, pensei demais. Ew!

Levando o nada ao lugar algum, once more

Kissex bitches ;**

Friday, September 23, 2005

AVISO PRÉVIO:

Se você, cara leitora Amanda ou Fernanda (:P) não agüenta mais aquela que vos escreve descer o pau em pessoas ufsc, favor, poupar-se deste post. Afinal, minha indgnação ainda será assunto para muitos e muitos parágrafos, não só no dia de hoje, mas até eu sair daquela faculdade ou perder meus dedos, o que vier primeiro.

A coceira no cu causada por esses meliantes está se tornando num caso de hemorróidas. Afinal, o estado atual não tanto imaginário do meu reto é proporcional ao andamento das barbaridades de nossa querida universidade, que chegou ao atual recorde de uma greve por ano! (caras leitoras, não se esqueçam que em 2004 houve greve, ainda que tenha sido pequena e sem aderência de professores, e sim, apenas do staff técnico administrativo).

Antes de mais nad, devemos analisar as exigências dos funcionários que aderiram à greve. Seus salários estão congelados há uma década, e o governo se propôs a dar o incrível aumento de 0,01%. Não tenho como discordar do fato de isto ser uma puta de uma sacanagem. Mas veremos o perfil de alguns destes servidores que tanto lutam pelos seus direitos. A maioria dos funcionários com os quais tive contato até hoje, jogavam xadrez online ou free cell enquanto falavam para os alunos se dirigirem a outros departamentos para resolver qualquer tipo de problema. É claro que chegando nesse outro departamento, éramos novamente dirigidos ao departamento de origem para tentar re-resolver problemas. No final das contas, nunca conseguimos resolver problemas de matrícula, empréstimo de livros, requerimento para segunda chamada, etc, sem ao menos fazer uma ronda completa pelo campus pelo menos duas vezes. O bom e velho 'tirando o meu da reta' é a lei em vigor. E todos são adeptos.

Na Biblioteca, já ocorreu com vários usuários (inclusive a que vos dirige as palavras digitadas) da devolução de livros não ser registrada pelo sistema, formando assim, dívidas absurdas que obrigatoriamente devem ser pagas para reavermos o direito de usarmos livros fora das dependências da biblioteca. A culpa não é do funcionário pelo sistema não ler um código de barras debilitado, e a culpa também raramente é dos mesmos pelo código de barras estar nesse estado. No entanto, se me fosse acessível, eu consertaria meu código de barras para evitar problemas futuros, mas como é função dos funcionários, eu não posso fazê-lo com minhas próprias mãos e polegares opositores. Assim sendo, eventialmente teremos que pagar multas por livros que devolvemos no prazo, e que se encontram disponíveis para empréstimo na biblioteca, com o detalhe de estar registrado em nosso nome (constando alguns belos reais de multa). E isso não é nem o começo.

A maioria dos servidores não cumpre metade da sua carga horária semanal. Os secretários dos cursos, por exemplo, raramente chegam antes do Sol alto em suas salas. Sem debitar o tempo de coffe breaks e joguinhos de computador, eles se dão o luxo de almoços de 3 a 4 horas de duração (off the record, of course), além de saírem mais cedo todos os dias por terem pendências próprias a resolver (during working hours, CLARO). No final das contas, quase todos os problemas que temos são resolvidos pelo sistema computadorizado da universidade. Assim sendo, porque não temos acesso ao sistema e uma forma mais "detalhada" para resolvermos tudo por nós mesmos? Tenho certeza que o governo gostaria de poupar um extra para poder desviar para as cuecas de políticos aleatórios (ou, num sonho bonito, investir em aparelhagem para laboratórios, salas de aula, etc). Mas se isso realmente fosse levado em consideração, a discussão "desemprego" entraria em questão, então, prefiro deixar quieto. Just a thought.

É claro que não posso generalizar. Esses funcionários não têm incentivo, bem como não trabalham sob as melhores condições. E ainda assim, há quem trabalhe, que se dedique, que faça alguma coisa. Mas aparentemente essa preocupação é muito maior pela parte dos educadores do que dos funcionários. São eles os que mais lutam contra as greves, que mais batem os pés, que mais querem levar adiante. E os que mais tomam no cu, porque não podem prevalecer por muito tempo sem o funcionamento normal da Biblioteca Central (e setoriais), e Restaurante Universitário. Na verdade, continuariam mais, mas um problema maior entra em jogo.

O futuro da nação, que jaz na juventude, quer mais é que tudo se foda. Independente de princípios, sempre são a favor da desordem. Sempre questionam coisas além do cotidiano deles. Pedem recursos para aulas que não freqüentam. Exigem o funcionamento de uma biblioteca que não visitam. Reclamam das condições gerais da universidade sem comparecer mais do que o mínimo necessário para não ser reprovado dentro da mesma. E acreditam que a solução é ameaçar professores e alunos, boicotar aulas e acampar em pleno campus. Dizem não à greve do pijama, mas dormem em barracas em frente à reitoria. Falam em ação, mas no calendário da greve desta semana, o que constou, pela parte dos alunos, foi uma semana de filmes, incluindo uma maratona de "Matrix". Reclamam da falta de recursos, já que o dinheiro que gastam com xerox e alimentação na ausência de B.U. e R.U. escoa muito rápido. No entanto, gastam com tintas, papel pardo, cartolina e álcool em abundância. Para parecerem mais motivados, misturam a tudo isso o Movimento Passe Livre. Insistem na hipocrisia. Alunos bem abonados, verdadeiros filhinhos-de-papai aderindo à mentalidade "PSTU" de loucos que insistem em métodos de vida alternativos. Um misto de falta de personalidade e ideologia, todos juntos, sem saber por o que lutam e por quê lutam. Usam o governo Lula como desculpa, mas antes, também criticavam o modo FHC, bem como Collor (quem já foi ao CCB, sabe do que falo, vide pixações). Só sabem reclamar. A ação, é apenas uma: balbúrdia. E o resultado, sempre é o mesmo: caos. O território da universidade se tornou num acampamento de doentes. Metade dos cursos se encontra em greve. A outra metade, está a caminho. As assembléias são quase diárias, e agora não contando apenas com a participação daqueles que estão na lista de pagamento da instituição, bem como daqueles que pagam impostos (ou não) para ter o direito de usufruí-la.

No final de tudo, eu não entendo mais nada. Ex-colegas meus do Energia (antro de mentes vazias com bolsos cheios) apoiando a movimentos vermelhinhos, sabe-se lá a troco de que. Funcionários que mal trabalham, e na outra metade do tempo estão com atestados frios do próprio Hospital Universitário reclamando da vida boa em Brasília. Professores agora grevistas porque obedecem às regras ditadas pelos alunos. Sinceramente, que merda é essa? Só eu vejo o absurdo em tudo isso? Estaria eu, e somente eu, ficando louca? Gah!!!

Minha vontade é de mandar tudo tomar no cu grandão. É, no cu. Nessas horas queria estudar em particular: paga uma grana, o diploma não vale a mesma coisa, mas não tem que aturar esse tipo de merda. Ugh.

Me divertia bem mais apenas xingando góticos sem ter problemas nessa área. Bye bye good times. Foram-se os dias em que garotos de unhas pintadas e maquiagem excessiva eram as coisas que mais me broxavam (claro que não era o que realmente mais me incomodava, mas enfim, era um problema fútil completamente fácil de fazer piada sem se irritar excessivamente, afinal, eles não me deixaram parada em greve). Como tudo era feliz.

Ahn, enfim.

Meu cu.

Hemorróidas.

Prefiro não pensar em tal cena grotesca.

Vou é dormir.

Kissex, bitches ;****

não faço a menor idéia do quanto de baboseira que escrevi, apenas que escrevi baboseira ;)

Monday, August 29, 2005

Oinc

Pois é.

vamos retomar esta bagaça... apesar de não fazer a menor idéia do que vou escrever. Provavelmente acabarei xingando pessoas que não tomam banho e góticos, mas ainda não tenho certeza. Vamos ver o que meus dedinhos fazem.

Bom, top of my head, fui a um show punko neste final de semana, o que é um fato meio que estranho. Não fosse o show de um amigo meu, seria bem improvável eu aparecer no local. Não gosto da "filosofia", e não sou fã do estilo, mas lá estava eu.

Passarinho, caso você venha a ler isso, por favor, não se sinta ofendido. Minha crítica não é à sua pessoa, e sim a alguns princípios que defendes. Espero que não me leves a mal.

O show era, a priori, algo do cunho anarco-punk. Tudo bem, cada um, cada um. Tudo bem se o perfil dos espectadores não fosse o que lá se apresentava. A maioria estava bem vestida (não no sentido de bom gosto de vestuário, mas não tinha nenhum pobre lá), e os que não estavam, em sua maioria, era de forma intencional. A faixa etária da maioria estava em torno de 15, 16 anos de idade, e garanto que essa mesma maioria, freqüenta colégios particulares (decisão, energia, bardal). Então eu penso comigo mesma... por que um adolescente de 15 anos que estuda em colégio particular e, como conseqüência da baixa idade, não tem muita noção de sociedade, tanto luta em prol de passe-livre, pseudo-comunismo, entre outros? Afinal, suas contas não são pagas pelos seus pais? O passe de todo dia, é debitado do filho ou da geração acima? E por que a cisma com coca-cola? Deixem nós, capitalistas em paz com a consciência, beber nossa coca-cola, comer nosso cheddar mc melt, sem vocês tirando nosso apetite com tamanha crítica. Afinal, o que tanto perturba vocês?

O capitalismo é fato. Cantar a respeito não vai mudar o mundo. Movimento passe-livre, é infundamentado, até onde tentaram fazer algo a respeito. Se ninguém consegue achar uma solução, deixe em paz. Ou vocês realmente queriam que todos nós saíssemos às ruas usando as mesmas roupas, comendo as mesmas gororobas e usando boinas vermelhas? Tá, beyond the point, pode parecer extremismo, mas é isso que eles tentam pregar, e com certeza não é isso que querem. Ou vocês acham que tomar Dolly guaraná e quebrar catracas vai salvar o mundo? Está na hora de admitirem a verdade. Desigualdade social pode ser uma bosta, mas ninguém é altruísta a tal ponto. Enquanto eu continuar podendo pagar minha coca e minha gasolina ou passe, e meu big mac, eu vou estar feliz. Porque eu tenho a noção de que antes de sanar os problemas do mundo, eu tenho que resolver os meus.

Ou vocês fazem bandas para tocar de graça? Ou ainda, doam o dinheiro que recebem para alguma causa.

Ou ainda, acham que apenas a coca-cola e o mc câncer representam o capitalismo? Por favor.

A maioria das meninas estavam com roupas "punks" da coleção da colcci (sei disso porque só a colcci pra bolar uns trapos tão feios e ainda conseguir vender para uma clientela tão "difícil"). Cabelos pintados de alfaparf, tintura cara pra caralho. Piercings mil, tatuagens, bonés (vocês não são frentistas, por favor), ALGEMAS, orelhas postiças, meu deus, eu vi de tudo. Fazem de tudo para se destacar, serem diferentes, chocar a sociedade com mini-lesbianismo e tudo mais, e ainda pregam igualdade social? Como?

Cá entre nós, eu prefiro não ser hipócrita. Enquanto a coca estiver na minha geladeira, e não na sua (ao não ser que você me convide para bebê-la, só então, estaria massa), eu estarei de bem com isso. Enquanto eu pagar meus cds, minha adsl, minha heineken, minhas locações de dvd, minha conta telefônica, meu guarda-roupa, minha água quente, meu carro, embora que tudo isso seja pago, na verdade, pelos meus pais, pouco sai do meu bolso, por enquanto, screw this. Não é tanto egoísmo como sim, noção de realidade. Estou cansada de falta de noção. Me revoltei, neste sábado, ao ver adolescentes se achando politizados e achando que vão salvar o mundo falando e fazendo besteira. Não, chega. O sistema é assim, e pronto. Não é o melhor, mas ainda não foi achado nada melhor para substituí-lo, então, leave it alone.

É que nem o pessoal da biologia. Nossa, eco-chatos e encrenqueiros. Acham tudo errado. Só não acham errado não tomar banho e criticar tudo. Mania de métodos de vida alternativos. Alternativos my ass. Quero ver vocês se virando sem mordomias capitalistas. Sem quinquilharias que a princípio, não eram necessárias, mas acabaram nos mimando, e agora, fodeu de vez. Sem remédios previamente testados em animais, sem fast food ou tv dinners, sem o all star - lol, legião de all star sábado foi foda -, sem porra alguma.

Quero ver viver sem chupar um cu.

com canudinho

do Mc Donald's

BITCH!

kissex

nem sei o que acabei de escrever, mas, screw it.

fuck my ass and call me bitch ;*

Thursday, August 25, 2005

Pink Conspiracy

sim, é fato! Conspiração rosa, mais do que nunca.

Não é só no Energia e no shopping, está em todos os lugares. O mundo virou uma bala xaxá de morango gigante!

E também não só entre as pessoas jovens que crêem ser supimpas e descoladas. A velharia também.

E isso tá enchendo o saco. Não, não é "ahn, deixa as loucas usarem rosa e serem felizes, leave it alone". Não funciona mais assim. Porra, o bom senso, cadê?

Na academia, eu me deparo com a terceira idade dsa hidroginástica combinando maiô, touca, toalha e aqueles sapatinhos bixas para não escorregar na piscina, nos mais variados tons de rosa. As pessoas musculação, até as luvinhas são rosas. Na natação, eu vi até óculos rosa!!! Sem contar pelo mundo afora, todas as roupas são rosa pink, acessórios combinando, sapatos, bolsas, cabelo, piercings, meu cu, esmaltes, é tudo rosa. Porra, não usaram rosa o suficiente quando eram crianças?

Tá, tipo, há quem goste dessa cor e tudo mais. Mas porra, 95% das pessoas usam porque é moda. Não vou nem entrar na discussão de moda, hoje em dia, até metal é moda. Mas porra. Enjoa. Velha de rosa broxa pro resto da vida, como se genet velha não fosse broxante o suficiente. Afinal, inventaram o viagra a troco de que? E o viagra é azul, não rosa, by the way.

É que nem aquela velha história de que quarto de menino é azul, de menina é rosa. Mas que diabos?! É por isso que essa porra dessa onda gay não vai mais embora. Ser gay é cool, usar rosa é cool, arco-íris é cool, bissexualidade é cool, a única coisa que não é mais cool é usar cores neutras e ser normal.

Não é preconceito, apesar de eu ser estupidamente preconceituosa. Afinal, até hoje, só encontrei uma pessoa decente com fascinação por rosa, e olha que o fascínio por rosa é meio que global. Ela consegue conciliar usar rosa pacará, ser fã da hello kitty, e ser grossa pacará no quesito tolho tchagui. E olha que isso nem está em questão.

The point is: quando eu ando só de preto, me chamam de revoltada. Os góticos usam preto, e eu nunca gostaria de ser colocada no mesmo patamar desses seres lamentáveis (lamentosa, lamentáveis, olhó o trocadalho). Se alguém usar só branco é o que, funcionário da área de saúde? Não entendo isso.

Na real, na minha cabeça, tudo o que eu ia escrever tinha muito mais coerência. Mas eu resolvi deixar parte do meu preconceito de lado para fazer algo mais ameno, and here it is, uma linha de raciocínio sem muita lógica.

As notas de 10 reais são rosas, sou bem mais uma azul de 100 ;(

Pobre é foda.

Os hippies usam roupas de qualquer cor, e não por isso eu gosto mais deles do que as pessoas pink ou góticas. Mas os góticos continuam freaking me out. Que virem todos EMO de uma vez. Ou não. Era outra moda que já devia ter cansado, porra, esses caras querem ficar chorando pro resto da vida? Eles sentem prazer em serem infelizes? Eles não pensam no desgosto dos pais?

Enfim.

Isso tudo é muito 'Big Gay Al' pra mim. Vou continuar com meus preconceitos, acho que é meio que inevitável. Afinal, todos nós somos preconceituosos, nem todos admitem, mas eu estou em termos com meus preconceitos. Nem são tantos assim, e nem tão extremos. Cada um com sua causa.

É que nem catolicismo. Ninguém continua realmente católico depois de estudar em um colégio de freira. A única diferença, é que deixa de ser um pré-conceito. Minhas birras com a Igreja são muito bem fundamentadas, muito obrigada. Sem questionar de qualquer forma o conceito de Deus. E eu continuo sendo cristã (em outras palavras, assim como os judeus, eu vivo com culpa. Gula é pecado, sexo é feio, violência é heresia, and so on. A culpa existe, na verdade, porque ainda tendo na mentalidade cristã que tudo isso é errado, nós não evitamos nada disso. Amo comer, falar em chupar o cu é cortesia e filmes a lá Team America são o ó do borogodó.

Fuck yeah!

Só falta agora rolar um pridezão e ir todo mundo quebrado pro hospital. Fun and games bitches!

Kissex ;***

Wednesday, August 24, 2005

Meu nome não é Ricardo

é uma piada interna não tão interna que rolou no Undersujo há uns 2 anos. Coloquei de título porque lembrei do evento e comecei a rir sozinha, mas realmente, não tem nada a ver com o post em si. Hehehehe ;**

No mais, porra, que cu.

Tô dodói.

E tô atrasada, pra variar.

Minha vida está semi-caótica e eu esotu fazendo de conta que não é comigo. Gah!

Milhares de coisas para resolver e uma desvontade mental que tomou conta. Não que isso seja novidade, mas...

Ainda bem que existiu, há algum tempo, um meliante chamado Jonas que curtia a banda "The Purple". I wonder what the hell happened to him....

;(((

kissex ;*